Não foi o único – há memória de inúmeros sismos em Lisboa, em especial nos séculos XIV, XVI e XVIII. Também é possível que não tivesse sido o mais forte: crê-se que o de 1531 e outro em 1596 tivessem sido mais fortes, mas o de 1755 foi o que deixou mais memórias – de estrangeiros residentes e não só. Foi mundialmente falado, debatido: causas naturais ou castigo divino? – o que veio a dar origem à sismologia. Também foi o que transformou melhor o centro histórico, dando-lhe uma feição moderna – a Baixa Pombalina. Começamos no Convento do Carmo – o memorial do Terramoto – e depois vamos ver alguns vestígios espalhados pela cidade. Visita orientada pelo Dr. Guilherme Pereira.
Metro: Baixa-Chiado.