Igreja dos Anjos (15 jul 2026)

atividade

Igreja dos Anjos (15 jul 2026)

Data e horário da atividade:

15 Jul, 15h00 na Avenida Almirante Reis

Tipo de atividade:

Lisboa dentro e fora

Custo:

Igreja inaugurada em 1910 em substituição do primitivo templo, demolido em 1908, aquando da abertura da Av. Rainha D. Amélia (atual Av. Almirante Reis). Com projeto do arq. José Luís Monteiro, utilizou de forma notável a gramática arquitetónica neoclássica. A fachada impõe-se pela harmonia e elegância das suas linhas, sendo dividida em 2 andares por um balcão e coroada por um frontão triangular. No andar inferior, ao qual se acede por uma pequena escadaria, abrem-se 3 portas enquadradas por colunas dóricas de mármore rosa. O interior traduz o conceito de "arte barroca total", destacando-se: a decoração em talha dourada dos altares; o teto com apainelado de caixotões de pintura com cenas da Vida da Virgem e alegorias bíblicas; o revestimento integral de superfícies com o recurso a várias linguagens; a escultura de vulto dos altares; o ciclo de telas atribuídas a Bento Coelho da Silveira e a António Machado Sapeiro; e a tela, quinhentista, com a representação de Sto. António (sacristia). Visita orientada pelo Prof. José Meco. Limitada a 25 pessoas. Inscrição € 16,00. Início às 15h00 na Avenida Almirante Reis. Metro: Anjos; Elétricos: 12 e 28; Autocarros: 708; 734 e 736.

Limite de participantes:

25

Sumário:

Igreja inaugurada em 1910 em substituição do primitivo templo, demolido em 1908, aquando da abertura da Av. Rainha D. Amélia (atual Av. Almirante Reis). Com projeto do arq. José Luís Monteiro, utilizou de forma notável a gramática arquitetónica neoclássica. A fachada impõe-se pela harmonia e elegância das suas linhas, sendo dividida em 2 andares por um balcão e coroada por um frontão triangular. No andar inferior, ao qual se acede por uma pequena escadaria, abrem-se 3 portas enquadradas por colunas dóricas de mármore rosa.
O interior traduz o conceito de “arte barroca total”, destacando-se: a decoração em talha dourada dos altares; o teto com apainelado de caixotões de pintura com cenas da Vida da Virgem e alegorias bíblicas; o revestimento integral de superfícies com o recurso a várias linguagens; a escultura de vulto dos altares; o ciclo de telas atribuídas a Bento Coelho da Silveira e a António Machado Sapeiro; e a tela, quinhentista, com a representação de Sto. António (sacristia). Visita orientada pelo Prof. José Meco.

Metro: Anjos; Elétricos: 12 e 28; Autocarros: 708; 734 e 736.

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